Capítulo 2
No dia seguinte:
Susan dirigiu-se para a sala indicada no quadro de avisos que vira no dia anterior: Sala 8-A.
Quando entrou na sala, depois de encontrá-la, ela ouviu alguém a chamar o nome dela.
- Susan! Ei!
Olhou para dentro da sala e viu alguém a acenar-lhe de uma das mesas da fila central.
Um rapaz alto com cabelo castanho e olhos da mesma cor levantou-se e começou a andar em direção à ela.
Era William.
As pessoas que estavam na sala pararan as suas conversaa para olhar o William a dirigir-se à mim.
" E eu que queria tentar passar despercibida...", pensou Susan.
- Olá, Susan.- disse William enquanto dava-lhe um beijo numa das bochechas.
- O-Olá.- disse Susan, um pouco supreendida com o beijo.
- Então, estamos na mesma turma.
- Sim...
- Olha, desculpa pelo que aconteceu ontem.- disse ele meio sem jeito, passando a mão pela cabeça.- Foi um acidente... À sério. Eu pretendia me afastar antes que te virasses, mas...
- Está tudo bem!- disse Susan, baixando a cabeça.- Está tudo bem... Foi um acidente...
- William!- Chamou uma voz.
O William virou-se e perguntou:
- O que é que foi, Alex?
- Senta-te!
- Está bem, está bem. Vem.- disse para a Susan.
Susan segui-o enquanto tentava indentificar o tal de Alex quando viu um rapaz igualzinho ao William, sentado numa das cadeiras da gila da frente.
Depois de se sentar numa mesa ao lado do William, que estava vazia, ela perguntou à este:
- William, quem é ele?
- Quem?
- Terceira mesa da fila da frente.- disse Susan, em voz baixa.
William olhou primeiro para o lugar que ela indicou e só depois disse:
- Ele é o meu irmão gêmeo, Alexander. Podes chamar-lhe de Alex, se quiseres. Se bem que ele não deixa todos chamarem-lhe assim.
- Ah...- disse Susan.
Não tiveram tempo de conversar, até o tempo do intervalo, porque o professor de matemática chegou logo depois.
No intervalo, o William levou a Susan a conhecer o ginásio de basquete, já que ele estava no clube de basquete.
No caminho de volta para a sala deles, a Susan reparou que as pessoas murmuravam qualquer coisa entre si durante a passagem deles.
Quando entraram na sala, o Alexander estava sentado no seu lugar a ler um livro. William levou Susan até ele.
- Ei, Alex.- chamou William enquanto se apoiava em cima do livro que o irmão estava a ler.- Quero te apresentar uma pessoa.
- Tira a mão, William.- disse o Alexander com uma voz rabugenta.
- Alex, esta é a Susan.- continuou William como se não tivesse ouvido o que o irmão disse.- Susan, este é o Alexander, o meu irmão. Chama-lhe de Alex.
- Não, não chames.- interrompeu Alexander.
- Akex, não me interrompas se faz favor.- pediu William olhando para o irmão.
Alexander levantou- se e segurou o irmão pelo ouvido, fazendo-o soltar um queixume de dor, e sussurou ao seu ouvido, tendo cuidado para a Susan não ouvir:
- Se não parares logo com esta treta, não vou te ajudar a estudar para os testes. Para nenhum.
William esbugalhou os olhos cá de uma maneira que chegou à assustar a pobre da Susan.
- O que é que...- começou a perguntar a Susan mas foi interrompida pelo William, que pareceu se recuperar do choque.
- Está bem, está bem. Já entendi.- disse numa voz apressada. Pegou a Susan pela mão- Vamos.- e arrastou-a até o lugar deles.
- Aquele maldito Alexander. Não percebo o porquê dele tudo ao extremo.
- O que é que foi?- perguntou Susan.
- Nada.- disse Willian.
E a conversa ficou por aí.
- Por raios tenho de ser eu a levar estes papéis todos até à sala dos professores?!- resmungou Susan enquanto tentava estabilizar a montanha de folhas que tinha em mãos para puder descer as escadas.
Mal pousou o pé no primeiro degrau e a montanha de papéis desiquilibrou-se fazendo-a rolar escadas abaixo.
Mas em vez de sentir o chão duro e frio, ela sentiu algo quente e um pouco duro.
Olhou para baixo quando ouviu um gemido de dor e viu um rapaz.
- Alexander?!!
" Ou será que é o William?!"
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domingo, 29 de novembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
New Light: Capitulo 1
E aqui está o primeiro capítulo. Apreciem!!!
Capítulo 1
Estava em frente ao espelho: cabelo castanho comprido e um pouco ondulado, olhos da mesma cor e vestida com o novo uniforme do meu novo colégio.
Suspirou enquanto coçava a cabeça.
- Espero que, desta vez, tudo corra bem.
Ouviu o telemóvel a tocar e foi até a cama, onde se sentou e atendeu depois de ver quem era.
- Olá...- disse com uma voz que era suposto parecer feliz.
- Que raio de voz é essa, Su?!- perguntou a rapariga do outro lado da linha com uma voz animada.
- Nada. E porque é que estás tão animada logo de manhã. Posso saber, Mari?
- Não é nada de mais. Pelo menos por enquanto.- Disse Mari com uma voz misteriosa.- Bem, ainda tenho preparativos para fazer. Até logo, e espero que te saias bem hoje, Su.
- Também eu, Mari.- Depois de alguns mili-segundos olhando para o vazio é que percebeu o que a amiga acabara de dizer.- Espera aí! O que queres dizer com pre... parativos...- Olhou para o ecrã e viu as palavras " Chamada terminada ".
Deitou-se para trás e ficou a olhar para o teto até que a mãe a avissase que estava na hora de ir para a Cerimónia de Abertura.
Chegou na Cerimónia à tempo, mais um pouco e não chegava à tempo.
Sentou- se no seu lugar ao lado de um rapaz que parecia ser alto e com cabelo preto.
O Diretor do colégio ficou a falar durante muito tempo até chamar o representante dos alunos do oitavo ano.
Levantou-se um rapaz que estava a algumas cadeiras de distância dela.
Tinha cabelo castanho e era alto.
A rapariga sentiu alguém a dar- lhe palmadas no ombro. Virou-se e viu a olhos castanhos claros estranhamente próximos e sentiu um leve toque nos lábios.
A pessoa com os olhos castanhos recuou um pouco. Era um rapaz.
- Desculpa!- disse o rapaz de olhos castanhos claros.- Desculpa.
A rapariga passou um dos dedos pelos lábios. Depois olhou para o rapaz à sua frente: Tinha cabelo castanho, olhos castanhos e a sua altura era incerta mas parecia ser alto.
- Quem és tu?!- perguntou a rapariga em voz baixa.
-Eu? Eu sou William Ferreira. E tu?
-Eu sou Susan Paumela... Espera!
Susan olhou para o rapaz na sua frente outra vez, e perguntou:
-Porque é que me chamaste se não me conheces?
-Por nada.
Susan não teve tempo de perguntar mais nada porque era necessário que todos os alunos se levantassem para a cerimónia terminar.
" Estranho." , pensou ela. " Quero ir para casa"
Capítulo 1
Estava em frente ao espelho: cabelo castanho comprido e um pouco ondulado, olhos da mesma cor e vestida com o novo uniforme do meu novo colégio.
Suspirou enquanto coçava a cabeça.
- Espero que, desta vez, tudo corra bem.
Ouviu o telemóvel a tocar e foi até a cama, onde se sentou e atendeu depois de ver quem era.
- Olá...- disse com uma voz que era suposto parecer feliz.
- Que raio de voz é essa, Su?!- perguntou a rapariga do outro lado da linha com uma voz animada.
- Nada. E porque é que estás tão animada logo de manhã. Posso saber, Mari?
- Não é nada de mais. Pelo menos por enquanto.- Disse Mari com uma voz misteriosa.- Bem, ainda tenho preparativos para fazer. Até logo, e espero que te saias bem hoje, Su.
- Também eu, Mari.- Depois de alguns mili-segundos olhando para o vazio é que percebeu o que a amiga acabara de dizer.- Espera aí! O que queres dizer com pre... parativos...- Olhou para o ecrã e viu as palavras " Chamada terminada ".
Deitou-se para trás e ficou a olhar para o teto até que a mãe a avissase que estava na hora de ir para a Cerimónia de Abertura.
Chegou na Cerimónia à tempo, mais um pouco e não chegava à tempo.
Sentou- se no seu lugar ao lado de um rapaz que parecia ser alto e com cabelo preto.
O Diretor do colégio ficou a falar durante muito tempo até chamar o representante dos alunos do oitavo ano.
Levantou-se um rapaz que estava a algumas cadeiras de distância dela.
Tinha cabelo castanho e era alto.
A rapariga sentiu alguém a dar- lhe palmadas no ombro. Virou-se e viu a olhos castanhos claros estranhamente próximos e sentiu um leve toque nos lábios.
A pessoa com os olhos castanhos recuou um pouco. Era um rapaz.
- Desculpa!- disse o rapaz de olhos castanhos claros.- Desculpa.
A rapariga passou um dos dedos pelos lábios. Depois olhou para o rapaz à sua frente: Tinha cabelo castanho, olhos castanhos e a sua altura era incerta mas parecia ser alto.
- Quem és tu?!- perguntou a rapariga em voz baixa.
-Eu? Eu sou William Ferreira. E tu?
-Eu sou Susan Paumela... Espera!
Susan olhou para o rapaz na sua frente outra vez, e perguntou:
-Porque é que me chamaste se não me conheces?
-Por nada.
Susan não teve tempo de perguntar mais nada porque era necessário que todos os alunos se levantassem para a cerimónia terminar.
" Estranho." , pensou ela. " Quero ir para casa"
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
LTC: Capítulo 1
Capitulo 1
- Ah! Ele é tão lindo!
- Quem me dera ser a Katy para poder ficar agarrada a ele o tempo todo.
- Estou com tanta inveja dela ser a nova namorada dele.
Este alvoroço todo era por causa de um dos dois casais mais populares do LTC: Kennan e Katy.
E no andar superior passava-se o mesmo alvoroço com a passagem do segundo casal formado por Lean e Lizy.
Kennan e Lean eram os rapazes mais bonitos e populares da LTC. Mesmo com uma enorme diferença nas suas personalidades ambos atraiam o amor das raparigas.
Kennan tinha cabelo ruivo e olhos cor-de-mel, era divertido e sério à sua maneira. Lean tinha o cabelo loiro comprido e olhos azuis, era calmo e o número um nos testes. Kennan estava sempre com os seus fones preferidos e o Lean estava sempre a ler um livro.
Lean estava parado em frente da sua casa completamente encharcado da cabeça aos pés .
Olhou para o lado e viu um rapaz de cabelos ruivos, que não estava numa situação melhor que a dele em relação à chuva, à procura de alguma coisa nos seus bolsos.
Voltou a cabeça e tirou a sua chave da mala.
Ouviu uma voz distante mas ao mesmo tempo próxima a chamar:
- Ei! Ei!
Não respondeu pois não pensou que fosse para si.
- Lean! Ei!- desta vez a voz estava estranhamente próxima.
Virou a cabeça e viu o rosto de um rapaz com belos olhos cor de mel e cabelo ruivo quase colado ao seu. Deu instintivamente um passo atrás e perguntou:
- Como sabes o meu nome? E quem és tu?
- Não me digas que não me conheces?
- Se eu soubesse não estaria a perguntar quem és.- repondeu com uma voz indiferente.
- És mesmo frio, hein? Mas não interessa. Eu sou Kennan Kontz, prazer, Lean Jack.- apresentou-se com um sorriso no rosto e estendeu uma mão para um aperto.
Lean não respondeu ao cumprimento e virou de novo a sua cara para o seu portão.
- E o que é que queres, Kontz?
- Podes chamar- me de Kennan...
- Diz logo o que queres.- interrompeu-lhe Lean, abrindo o portão.
- Bem...- Kennan hesitou um pouco antes de dizer de uma vez só- Eu esqueci-me que os meus pais tinha ido viajar, que a minha irmã ia dormir na casa de uma amiga e também esqueci-me do meu guarda-chuva e das chaves em casa. Então queria pedir para que me deixasses dormir na tua casa só por essa noite. Eu sei que é repentino e que nós não nos conhecemos e ...
- Eu não me importo.- respondeu Lean entrando em casa e fez sinal ao Kennan para entrar.- Além disso, sou apenas eu e Lucy em casa.
- Lucy?- perguntou Kennan entrado atrás de Lean e fechando a porta.- É a tua irmã? Ou a tua namorada?
- Não, nada disso. Lucy, cheguei.- disse.
Uma gata de pelo branco e olhos que pareciam feitos de esmeraldas saiu de trás de uma porta e avançou na direção do dono que pegou-a ao colo e afagou-lhe a cabeça.
- Lucy este é o Kennan, Kennan esta é a Lucy.- apresentou os dois.- Cumprimenta, Lucy.
À ordem do dono Lucy estendeu uma pata da cor da neve en direção ao Kennan que supreendido com o gesto apertou a patinha branca que notou ser bastante macia, com um sorriso.
Depois de as apresentações terem sido concluídas, o Lean mostrou a Kennan o quarto em qual ele passaria a noite e dirigiu-se para o seu próprio quarto com a Lucy ainda ao colo.
Sentou na cama e depositou a Lucy ao seu lado. Despiu-se e foi tomar banho.
Quando saiu do banho com uma toalha branca em volta da cintura e dirigiu- se para a cozinha. Encontrou lá o Kennan apenas com as calças do uniforme da LTC sentado numa cadeira a beber um copo de água.
Kennan engasgou-se ao ver o Lean a entrar apenas de toalha na cintura. Lean dirigiu- se ao frigorifico como se isso não o incomodasse e bebeu um pouco de leite diretamente do pacote.
- Podes ir tomar banho, senão és capaz de apanhar um resfriado.
- S-sim, mas eu não tenho outras roupas...
- Eu empresto-te.- respondeu Lean enquanto acariciava a cabeça da Lucy que aparecera a correr quando sentiu o cheiro de leite- Não podes, só no jantar... queres que eu te mostre onde fica a casa-de-banho?- perguntou ao Kennan.
- Não, obrigado... A tua casa é parecida com a minha.- respondeu Kennan levantando-se e saindo da cozinha.
Depois de tomar banho e vestir as roupas que Lean deixara numa cesta do lado de fora da porta, Kennan seguiu o cheiro delicioso que saia da cozinha.
Assim que entrou foi envolvido no cheiro do peixe que estava a ser fritado.
- Q-queres que eu ponha a mesa?- perguntou para Lean sem saber o que fazer.
-Sim, se faz favor!- disse Lean- Os pratos estão naquela estante, os talheres aqui e os copos ali- apontou para uma estante à direita, uma gaveta que estava à sua esquerda no canto inferior e noutra estante também do seu lado esquerdo↖⤵⤴
Kennan seguiu as instruções e momentos depois a mesa estava pronta.
Lean preparou a salada de atum, serviu o arroz com o peixe nos pratos e encheu os copos com sumo.
Ele pôs a porção da Lucy no seu pratinho antes de se sentar no seu lugar.
Reparou que Kennan olhava-o fixamente e fez um gesto para que ele comesse.
- Obrigado pela comida.- disseram os dois ao mesmo tempo e começaram a comer.
O jantar decorreu em silêncio interrompido pela Lucy que queria outra porção.
Depois do jantar os dois foram para os seus quartos e nada mais aconteceu nessa noite.
Como se fosse verdade.
Durante a madrugada o Kennan tinha-se se levantado para ir à casa-de-banho e quando foi para regressar ao seu quarto ele entrou no quarto do Lean, mas não notou e ficaram assim até o amanhecer.
Kennan acordou com o som de um despertador.
Tentou achar a localização do barulho mas não conseguiu e caiu da cama.
Acordou atordoado pela queda.
-Hã? O quê? Onde eu estou? Hã?- perguntou com uma voz desorientada.
Voltou a deitar-se na cama. Apenas momentos depois é que notou que havia outro corpo deitado na cama.
Caiu de novo. O barulho da queda acordou a pessoa que estava a dormir.
O cabelo loiro comprido tapava-lhe a cara, o que assustou ainda mais o Kennan que gritou:
- QUE RAIOS ÉS TU?
- Hã?- perguntou o outro com uma voz preguisoça.- Não faças tanto barulho logo de manhã, Kennan...
Kennan ficou ainda mais assustado quando a pessoa, que era um homem, disse o seu nome.
O homem levantou- se e ficou em pé diante de Kennan que soltou um grito pensando que ia morrer.
O outro tapou-lhe a boca e disse numa voz de comando baixa:
- Ou calas a boca de uma vez por todas ou atiro-te pela janela!
Kennan assentiu com a cabeça, embora sentisse que fosse urinar ali.
O homem, que parecia ter a mesma idade dele, afastou o cabelo da cara e o Kennan pôde ver que era o Lean.
O alívio que sentiu foi tanto que pensou que fosse derreter-se.
- Não me assustes assim!- disse enquanto era ajudado pelo Lean a levantar-se.
- Quem se assustou fui eu!💢- disse Lean com uma voz que parecia zangada.
- E por que é que estás nu?- perguntou Kennan, tentando mudar de assunto ao pressentir perigo.
- Eu estava com calor- disse com um suspiro- E porque é que ainda estás aqui? Se não te despachares vamos chegar atrasados!
Era a pausa do almoço quando Lean estava a sair da sala com a sua namorada Lizy.
Mas mal saiu da sala e começou a ouvir o seu nome.
- Lean, Lean!- chamava alguém.
Lean virou a cabeça e quase não deu uma cabeçada no Kennan, que estava apenas a um palmo de distância.
Recuperado do susto, Lean perguntou:
- O que é que foi, Kennan?
- Bem, eu estava a pensar em almoçarmos os quatro juntos.
- Hã? Quatro?- perguntou Lean.
Reparou numa rapariga que estava ao lado de Kennan e que ele não tinha notado.
- Katy, olá!- cumprimentou Lizy a rapariga de cabelos ruivos iguais aos de Kennan, à rapariga de cabelos castanhos.- Vejo que tu e Ken estão a ir bem, hein?
- Olá, Lili.- cumprimentou a outra, que parecia ser um pouco timida.- Sim, é claro. Por acaso tiveste alguma dúvida desde o começo?- ou talvez não.
- Vocês conhecem-se?- perguntou Lean à namorada.
- Sim, somos amigos de infância. Incluindo o Ken, somos todos vizinhos.
- Ah, okay...- disse Lean.- Vamos para o telhado, Lizy.
Andaram até chegarem às escadas que levavam ao telhado da escola, quando Lean parou e voltou-se para trás.
- E porque raios vocês os dois estão a seguir-nos?
Katy e Kennan pararam de rir de uma suposta piada que o segundo contara.
- Hã?- perguntou Kennan- Pensei que íamos almoçar todos juntos.
Antes de responder, Lean olhou para a namorada que sorriu e assentiu.
Continuou a subir como se nada tivesse acontecido.
Quando chegaram ao telhado, o grupo sentou-se perto da vedação e ficaram assim por meros segundos.
- Onde está o vosso lanche?- perguntou Lean.
- Não temos.- respondeu o casal em unissono.
- Okay.
Depois de dizer apenas isso, Lean tirou de dentro da sua mochila duas tigelas. Uma estava cheia e a outra nem tanto.
Deu a que estava cheia à Lizy e ficou com a outra.
Tirou dois garfos da mochila, e os dois começaram a comer, ignorando os olhares gulosos do Kennan e da Katy.
- Lean...- chamou Kennan com uma voz chorona.- Por favor...
- Hã? O que é que foi, Kontz?- perguntou Lean, com a voz e a expressão inexpressivas.
- Não sabes o mal que estás a fazer agora?- perguntou Kennan perplexo.
- Se eu soubesse não estaria a perguntar.
Kennan apontou para a comida que o Lean e a Lizy estavan a comer e depois apontou para a sua barriga.
- Hã?
- Eu também quero comer!- disse Kennan com uma voz ainda mais perplexa com a lerdeza do Lean.
- Ah!- fez Lean- Porque é que não pediste?
Kennan apontou para Katy e Lizy que estavam a comer juntas o almoço da última.
- Pensei que fosse óbvio!
- Mas não era.- disse Lean com a calma habitual.
Deu ao Kennan a sua tigela que ainda tinha uma quantidade suficiente para ele comer, e começou a ler um livro.
O resto do almoço passou sem qualquer incidente.
Lean estava no banho quando ouviu tocarem à campainha.
Secou-se e foi abrir a porta apenas com a toalha em volta da cintura.
Abriu a porta e viu o Kennan, a Lizy e a Katy.
Estavam todos com uma expressão estupefacta no rosto.
O silêncio envolvia os quatro colegas sentados na sala do Lean: Kennan, Katy, Lily, Lean e a Lucy que estava no colo do dono.
- Então, podem explicar-me porque estão aqui?- perguntou Lean, enquanto fazia festas na Lucy.
Ninguém respondeu.
As duas raparigas estavam coradas da cabeça aos pés por terem visto o Lean daquela maneira.
O Kennan estava a pensar no que dizer para convencer o Lean a aceitar o seu pedido.
- Kennan!- chamou Lean com a mesma voz calma de sempre.
Kennan reagiu como se alguém o tivesse feito acordar de um pesadelo.
- Hã?! O quê?!
Olhou em volta e viu a Katy e a Lizy cabisbaixas e o Lean a olhar fixamente para ele.
- O que foi, Lean?- perguntou ele com uma voz diferente do normal.
- Isso é o que eu quero saber.
O ruivo olhou repetidanente para Lean, Lizy e Katy, sempre na nesna sequência.
Coçou a cabeça e disse tudo de uma vez:
- Bem... Quando eu disse para as raparigas que eu viria à tua casa pedir-te um favor ela ficaram curiosas e quiseram vir também.
Respirou fundo para recuperar o fôlego e olhou para Lean que não desviara a atenção da sua pessoa durante toda a explicação.
- Hum...- fez o Lean, enquanto fazia festas na Lucy.- Entendi o porquê de elas estarem aqui- olhou para a namorada e a Katy, que já estavam de volta ao nosso mundo e desta vez tinham uma expressão que perguntava " Como é que conseguiste enteder o que ele disse?"- E qual é o favor que tu queres pedir?
Kennan fez um som estranho que fazia parecer que ele se engasgou com a própia saliva.
Quando ele se recuperou ele olhou para Lean preocupado e, mais uma vez disse tudo como uma metralhadora:
- A minha irmã ligou-me hoje dizendo que ia ficar mais uma noite na casa da amiga e a viagem dos meus pais ainda vai demorar alguns dias... Então...- disse a última palavra com uma voz mansinha.
Kennan olhou para Lean que o olhou por muito tempo antes de dizer com um suspiro:
- Hum... Não sei...- Ficou uns momentos em silêncio, depois ergeu a Lucy no ar de maneira a que os seus olhos ficassem da mesma altura- O que achas Lucy? Deixo-o ficar?- Pelo canto do olho viu um sorriso a formar-se no rosto de Kennan- Ou não?- O sorriso que começara a se formar no rosto de Kennan desapareceu no mesmo momento em que ouviu a palavra " não ", dita com uma voz que parecia diferente.
Toda a atenção dirigiu-se para a gata branca.
- Miau.- fez a gatinha.
Lean acomodou mais uma vez a Lucy no seu colo e continuou a fazer festas na cabeça da gata.
- Está bem... Podes ficar...- disse Lean com a mesma voz indiferente.
- Hã? O que é que foi que disseste?- perguntou Kennan.
- Nem penses que eu vou repitir.
Kennan olhou para a Katy, que acenou afirmativamente para ele.
- Obrigado!- agradeceu Kennan com grande entusiasmo para Lean,que encolheu os ombros em resposta e foi à cozinha para começar a preparar o jantar.
- Ah! Ele é tão lindo!
- Quem me dera ser a Katy para poder ficar agarrada a ele o tempo todo.
- Estou com tanta inveja dela ser a nova namorada dele.
Este alvoroço todo era por causa de um dos dois casais mais populares do LTC: Kennan e Katy.
E no andar superior passava-se o mesmo alvoroço com a passagem do segundo casal formado por Lean e Lizy.
Kennan e Lean eram os rapazes mais bonitos e populares da LTC. Mesmo com uma enorme diferença nas suas personalidades ambos atraiam o amor das raparigas.
Kennan tinha cabelo ruivo e olhos cor-de-mel, era divertido e sério à sua maneira. Lean tinha o cabelo loiro comprido e olhos azuis, era calmo e o número um nos testes. Kennan estava sempre com os seus fones preferidos e o Lean estava sempre a ler um livro.
Lean estava parado em frente da sua casa completamente encharcado da cabeça aos pés .
Olhou para o lado e viu um rapaz de cabelos ruivos, que não estava numa situação melhor que a dele em relação à chuva, à procura de alguma coisa nos seus bolsos.
Voltou a cabeça e tirou a sua chave da mala.
Ouviu uma voz distante mas ao mesmo tempo próxima a chamar:
- Ei! Ei!
Não respondeu pois não pensou que fosse para si.
- Lean! Ei!- desta vez a voz estava estranhamente próxima.
Virou a cabeça e viu o rosto de um rapaz com belos olhos cor de mel e cabelo ruivo quase colado ao seu. Deu instintivamente um passo atrás e perguntou:
- Como sabes o meu nome? E quem és tu?
- Não me digas que não me conheces?
- Se eu soubesse não estaria a perguntar quem és.- repondeu com uma voz indiferente.
- És mesmo frio, hein? Mas não interessa. Eu sou Kennan Kontz, prazer, Lean Jack.- apresentou-se com um sorriso no rosto e estendeu uma mão para um aperto.
Lean não respondeu ao cumprimento e virou de novo a sua cara para o seu portão.
- E o que é que queres, Kontz?
- Podes chamar- me de Kennan...
- Diz logo o que queres.- interrompeu-lhe Lean, abrindo o portão.
- Bem...- Kennan hesitou um pouco antes de dizer de uma vez só- Eu esqueci-me que os meus pais tinha ido viajar, que a minha irmã ia dormir na casa de uma amiga e também esqueci-me do meu guarda-chuva e das chaves em casa. Então queria pedir para que me deixasses dormir na tua casa só por essa noite. Eu sei que é repentino e que nós não nos conhecemos e ...
- Eu não me importo.- respondeu Lean entrando em casa e fez sinal ao Kennan para entrar.- Além disso, sou apenas eu e Lucy em casa.
- Lucy?- perguntou Kennan entrado atrás de Lean e fechando a porta.- É a tua irmã? Ou a tua namorada?
- Não, nada disso. Lucy, cheguei.- disse.
Uma gata de pelo branco e olhos que pareciam feitos de esmeraldas saiu de trás de uma porta e avançou na direção do dono que pegou-a ao colo e afagou-lhe a cabeça.
- Lucy este é o Kennan, Kennan esta é a Lucy.- apresentou os dois.- Cumprimenta, Lucy.
À ordem do dono Lucy estendeu uma pata da cor da neve en direção ao Kennan que supreendido com o gesto apertou a patinha branca que notou ser bastante macia, com um sorriso.
Depois de as apresentações terem sido concluídas, o Lean mostrou a Kennan o quarto em qual ele passaria a noite e dirigiu-se para o seu próprio quarto com a Lucy ainda ao colo.
Sentou na cama e depositou a Lucy ao seu lado. Despiu-se e foi tomar banho.
Quando saiu do banho com uma toalha branca em volta da cintura e dirigiu- se para a cozinha. Encontrou lá o Kennan apenas com as calças do uniforme da LTC sentado numa cadeira a beber um copo de água.
Kennan engasgou-se ao ver o Lean a entrar apenas de toalha na cintura. Lean dirigiu- se ao frigorifico como se isso não o incomodasse e bebeu um pouco de leite diretamente do pacote.
- Podes ir tomar banho, senão és capaz de apanhar um resfriado.
- S-sim, mas eu não tenho outras roupas...
- Eu empresto-te.- respondeu Lean enquanto acariciava a cabeça da Lucy que aparecera a correr quando sentiu o cheiro de leite- Não podes, só no jantar... queres que eu te mostre onde fica a casa-de-banho?- perguntou ao Kennan.
- Não, obrigado... A tua casa é parecida com a minha.- respondeu Kennan levantando-se e saindo da cozinha.
Depois de tomar banho e vestir as roupas que Lean deixara numa cesta do lado de fora da porta, Kennan seguiu o cheiro delicioso que saia da cozinha.
Assim que entrou foi envolvido no cheiro do peixe que estava a ser fritado.
- Q-queres que eu ponha a mesa?- perguntou para Lean sem saber o que fazer.
-Sim, se faz favor!- disse Lean- Os pratos estão naquela estante, os talheres aqui e os copos ali- apontou para uma estante à direita, uma gaveta que estava à sua esquerda no canto inferior e noutra estante também do seu lado esquerdo↖⤵⤴
Kennan seguiu as instruções e momentos depois a mesa estava pronta.
Lean preparou a salada de atum, serviu o arroz com o peixe nos pratos e encheu os copos com sumo.
Ele pôs a porção da Lucy no seu pratinho antes de se sentar no seu lugar.
Reparou que Kennan olhava-o fixamente e fez um gesto para que ele comesse.
- Obrigado pela comida.- disseram os dois ao mesmo tempo e começaram a comer.
O jantar decorreu em silêncio interrompido pela Lucy que queria outra porção.
Depois do jantar os dois foram para os seus quartos e nada mais aconteceu nessa noite.
Como se fosse verdade.
Durante a madrugada o Kennan tinha-se se levantado para ir à casa-de-banho e quando foi para regressar ao seu quarto ele entrou no quarto do Lean, mas não notou e ficaram assim até o amanhecer.
Kennan acordou com o som de um despertador.
Tentou achar a localização do barulho mas não conseguiu e caiu da cama.
Acordou atordoado pela queda.
-Hã? O quê? Onde eu estou? Hã?- perguntou com uma voz desorientada.
Voltou a deitar-se na cama. Apenas momentos depois é que notou que havia outro corpo deitado na cama.
Caiu de novo. O barulho da queda acordou a pessoa que estava a dormir.
O cabelo loiro comprido tapava-lhe a cara, o que assustou ainda mais o Kennan que gritou:
- QUE RAIOS ÉS TU?
- Hã?- perguntou o outro com uma voz preguisoça.- Não faças tanto barulho logo de manhã, Kennan...
Kennan ficou ainda mais assustado quando a pessoa, que era um homem, disse o seu nome.
O homem levantou- se e ficou em pé diante de Kennan que soltou um grito pensando que ia morrer.
O outro tapou-lhe a boca e disse numa voz de comando baixa:
- Ou calas a boca de uma vez por todas ou atiro-te pela janela!
Kennan assentiu com a cabeça, embora sentisse que fosse urinar ali.
O homem, que parecia ter a mesma idade dele, afastou o cabelo da cara e o Kennan pôde ver que era o Lean.
O alívio que sentiu foi tanto que pensou que fosse derreter-se.
- Não me assustes assim!- disse enquanto era ajudado pelo Lean a levantar-se.
- Quem se assustou fui eu!💢- disse Lean com uma voz que parecia zangada.
- E por que é que estás nu?- perguntou Kennan, tentando mudar de assunto ao pressentir perigo.
- Eu estava com calor- disse com um suspiro- E porque é que ainda estás aqui? Se não te despachares vamos chegar atrasados!
Era a pausa do almoço quando Lean estava a sair da sala com a sua namorada Lizy.
Mas mal saiu da sala e começou a ouvir o seu nome.
- Lean, Lean!- chamava alguém.
Lean virou a cabeça e quase não deu uma cabeçada no Kennan, que estava apenas a um palmo de distância.
Recuperado do susto, Lean perguntou:
- O que é que foi, Kennan?
- Bem, eu estava a pensar em almoçarmos os quatro juntos.
- Hã? Quatro?- perguntou Lean.
Reparou numa rapariga que estava ao lado de Kennan e que ele não tinha notado.
- Katy, olá!- cumprimentou Lizy a rapariga de cabelos ruivos iguais aos de Kennan, à rapariga de cabelos castanhos.- Vejo que tu e Ken estão a ir bem, hein?
- Olá, Lili.- cumprimentou a outra, que parecia ser um pouco timida.- Sim, é claro. Por acaso tiveste alguma dúvida desde o começo?- ou talvez não.
- Vocês conhecem-se?- perguntou Lean à namorada.
- Sim, somos amigos de infância. Incluindo o Ken, somos todos vizinhos.
- Ah, okay...- disse Lean.- Vamos para o telhado, Lizy.
Andaram até chegarem às escadas que levavam ao telhado da escola, quando Lean parou e voltou-se para trás.
- E porque raios vocês os dois estão a seguir-nos?
Katy e Kennan pararam de rir de uma suposta piada que o segundo contara.
- Hã?- perguntou Kennan- Pensei que íamos almoçar todos juntos.
Antes de responder, Lean olhou para a namorada que sorriu e assentiu.
Continuou a subir como se nada tivesse acontecido.
Quando chegaram ao telhado, o grupo sentou-se perto da vedação e ficaram assim por meros segundos.
- Onde está o vosso lanche?- perguntou Lean.
- Não temos.- respondeu o casal em unissono.
- Okay.
Depois de dizer apenas isso, Lean tirou de dentro da sua mochila duas tigelas. Uma estava cheia e a outra nem tanto.
Deu a que estava cheia à Lizy e ficou com a outra.
Tirou dois garfos da mochila, e os dois começaram a comer, ignorando os olhares gulosos do Kennan e da Katy.
- Lean...- chamou Kennan com uma voz chorona.- Por favor...
- Hã? O que é que foi, Kontz?- perguntou Lean, com a voz e a expressão inexpressivas.
- Não sabes o mal que estás a fazer agora?- perguntou Kennan perplexo.
- Se eu soubesse não estaria a perguntar.
Kennan apontou para a comida que o Lean e a Lizy estavan a comer e depois apontou para a sua barriga.
- Hã?
- Eu também quero comer!- disse Kennan com uma voz ainda mais perplexa com a lerdeza do Lean.
- Ah!- fez Lean- Porque é que não pediste?
Kennan apontou para Katy e Lizy que estavam a comer juntas o almoço da última.
- Pensei que fosse óbvio!
- Mas não era.- disse Lean com a calma habitual.
Deu ao Kennan a sua tigela que ainda tinha uma quantidade suficiente para ele comer, e começou a ler um livro.
O resto do almoço passou sem qualquer incidente.
Lean estava no banho quando ouviu tocarem à campainha.
Secou-se e foi abrir a porta apenas com a toalha em volta da cintura.
Abriu a porta e viu o Kennan, a Lizy e a Katy.
Estavam todos com uma expressão estupefacta no rosto.
O silêncio envolvia os quatro colegas sentados na sala do Lean: Kennan, Katy, Lily, Lean e a Lucy que estava no colo do dono.
- Então, podem explicar-me porque estão aqui?- perguntou Lean, enquanto fazia festas na Lucy.
Ninguém respondeu.
As duas raparigas estavam coradas da cabeça aos pés por terem visto o Lean daquela maneira.
O Kennan estava a pensar no que dizer para convencer o Lean a aceitar o seu pedido.
- Kennan!- chamou Lean com a mesma voz calma de sempre.
Kennan reagiu como se alguém o tivesse feito acordar de um pesadelo.
- Hã?! O quê?!
Olhou em volta e viu a Katy e a Lizy cabisbaixas e o Lean a olhar fixamente para ele.
- O que foi, Lean?- perguntou ele com uma voz diferente do normal.
- Isso é o que eu quero saber.
O ruivo olhou repetidanente para Lean, Lizy e Katy, sempre na nesna sequência.
Coçou a cabeça e disse tudo de uma vez:
- Bem... Quando eu disse para as raparigas que eu viria à tua casa pedir-te um favor ela ficaram curiosas e quiseram vir também.
Respirou fundo para recuperar o fôlego e olhou para Lean que não desviara a atenção da sua pessoa durante toda a explicação.
- Hum...- fez o Lean, enquanto fazia festas na Lucy.- Entendi o porquê de elas estarem aqui- olhou para a namorada e a Katy, que já estavam de volta ao nosso mundo e desta vez tinham uma expressão que perguntava " Como é que conseguiste enteder o que ele disse?"- E qual é o favor que tu queres pedir?
Kennan fez um som estranho que fazia parecer que ele se engasgou com a própia saliva.
Quando ele se recuperou ele olhou para Lean preocupado e, mais uma vez disse tudo como uma metralhadora:
- A minha irmã ligou-me hoje dizendo que ia ficar mais uma noite na casa da amiga e a viagem dos meus pais ainda vai demorar alguns dias... Então...- disse a última palavra com uma voz mansinha.
Kennan olhou para Lean que o olhou por muito tempo antes de dizer com um suspiro:
- Hum... Não sei...- Ficou uns momentos em silêncio, depois ergeu a Lucy no ar de maneira a que os seus olhos ficassem da mesma altura- O que achas Lucy? Deixo-o ficar?- Pelo canto do olho viu um sorriso a formar-se no rosto de Kennan- Ou não?- O sorriso que começara a se formar no rosto de Kennan desapareceu no mesmo momento em que ouviu a palavra " não ", dita com uma voz que parecia diferente.
Toda a atenção dirigiu-se para a gata branca.
- Miau.- fez a gatinha.
Lean acomodou mais uma vez a Lucy no seu colo e continuou a fazer festas na cabeça da gata.
- Está bem... Podes ficar...- disse Lean com a mesma voz indiferente.
- Hã? O que é que foi que disseste?- perguntou Kennan.
- Nem penses que eu vou repitir.
Kennan olhou para a Katy, que acenou afirmativamente para ele.
- Obrigado!- agradeceu Kennan com grande entusiasmo para Lean,que encolheu os ombros em resposta e foi à cozinha para começar a preparar o jantar.
domingo, 15 de novembro de 2015
My life is a Light Novel
Descobri que a minha melhor amiga está apaixonada. Mas a pessoa pela qual ela se apaixonou tem um irmão gêmeo, então ela não sabia de quem gostava, até recentemente.
Agora, ela diz-me que prefere morrer ao invés de enfrentar os problemas do coração e outros demais!!!
Oh My God!! Ajude-me a tirar-lhe esta ideia maluca da cabeça!!
Agora, ela diz-me que prefere morrer ao invés de enfrentar os problemas do coração e outros demais!!!
Oh My God!! Ajude-me a tirar-lhe esta ideia maluca da cabeça!!
New Light
Já tenho o Prólogo pronto!! Apreciem e fiquem mais curiosos en relação à história!!!
Prólogo:
Quantas pessoas alguém pode amar nessa vida?
Quantas traições uma pessoa pode aguentar?
Quantas fallhas os humanos ainda cometerão?
Procuro uma resposta para todas as perguntas.
E tu? O que procuras?
Uma rapariga de mais ou menos doze anos, com a pele morena e cabelo castanho comprido que lhe chegava até metade das costas, chorava na sombra das escadas de emergência.
- Su! Su!- chamava a voz de uma menina, enquanto ouvia-se o som de passos a descer as escadas apressadamente.
- Su...- disse a menina quando chegou ao local onde a amiga estava. Tinha cabelo preto um pouco encaracolado e olhos verdes. Aparentava ter dez anos.
Abraçou a rapariga que chorava descontroladamente.
- Eu quero morrer, Mari...- disse a rapariga que chorava, numa voz vaga.
Prólogo:
Quantas pessoas alguém pode amar nessa vida?
Quantas traições uma pessoa pode aguentar?
Quantas fallhas os humanos ainda cometerão?
Procuro uma resposta para todas as perguntas.
E tu? O que procuras?
Uma rapariga de mais ou menos doze anos, com a pele morena e cabelo castanho comprido que lhe chegava até metade das costas, chorava na sombra das escadas de emergência.
- Su! Su!- chamava a voz de uma menina, enquanto ouvia-se o som de passos a descer as escadas apressadamente.
- Su...- disse a menina quando chegou ao local onde a amiga estava. Tinha cabelo preto um pouco encaracolado e olhos verdes. Aparentava ter dez anos.
Abraçou a rapariga que chorava descontroladamente.
- Eu quero morrer, Mari...- disse a rapariga que chorava, numa voz vaga.
domingo, 8 de novembro de 2015
Estou de volta!!
Eu estou de volta! Finalmente né??
Tenho que me desculpar para com o meu blog. Sinceramente, durante um tempo eu me esqueci deste blog. Desculpa, mas tento ser sincera às vezes. Bom,bom, lamechices de lado, trago novas noticias. À três meses vim para Luxemburgo, estou tendo aulas de francês e luxemburguês, haja paciência. Bem, decidi recomeçar a escrever este blog pelo simples facto de quero publicar as minhas histórias aqui. Eu sei, sou egoista.
Tenho que me desculpar para com o meu blog. Sinceramente, durante um tempo eu me esqueci deste blog. Desculpa, mas tento ser sincera às vezes. Bom,bom, lamechices de lado, trago novas noticias. À três meses vim para Luxemburgo, estou tendo aulas de francês e luxemburguês, haja paciência. Bem, decidi recomeçar a escrever este blog pelo simples facto de quero publicar as minhas histórias aqui. Eu sei, sou egoista.
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